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22 de jan de 2013

Hospitais estaduais batem recorde de cirurgias ortopédicas

 

De janeiro a dezembro, foram 18.510 operações, 16% a mais que 2011


A Secretaria de Saúde encerrou 2012 comemorando mais uma vez o recorde de cirurgias ortopédicas. De janeiro a dezembro, foram 18.510 operações realizadas nas unidades estaduais de saúde. São 16% a mais que 2011, impulsionados pela capacitação de profissionais e inauguração do Centro Estadual de Trauma do Idoso (CETI), na Tijuca.


- E pensar que antes de assumirmos a gestão da Saúde no estado do Rio de Janeiro eram realizadas 2.520 cirurgias ortopédicas por ano; apenas 13% do que conseguimos fazer hoje depois da construção de novos hospitais, como o Dona Lindu, em Paraíba do Sul; criação de serviços especializados, como o específico para a terceira idade; e investimento em equipamentos, capacitação de profissionais e contratação de médicos cirurgiões renomados. Tudo isso a serviço da população usuária do Sistema Único de Saúde - destacou o secretário de Saúde, Sérgio Côrtes.

O Hospital de Traumatologia e Ortopedia Dona Lindu foi a unidade que mais realizou procedimentos (3.668), 16% a mais que 2011, destacando-se como referência nacional em ortopedia, recebendo pacientes, inclusive, da capital. Na segunda colocação em quantidade de operações ficou o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, que fechou 2012 com 3.078 procedimentos. Na sequência estão os hospitais estaduais Rocha Faria (2.991), Getúlio Vargas (2.775), Adão Pereira Nunes (2.650), Alberto Torres (1.538), Azevedo Lima (979), Hospital Estadual Roberto Charbo (626) e o Instituto Estadual de Dermatologia Sanitária (17).

Cirurgias para idosos

Um dos motivos deste aumento, o Centro de Trauma do Idoso (CETI), inaugurado em outubro de 2012, já operou quase 200 idosos de lá pra cá. A unidade é pioneira neste tipo de serviço e fica no Hospital Estadual São Francisco de Assis, na Tijuca. O CETI segue rígidos protocolos e opera seus pacientes em no máximo 48h após a fratura, com o objetivo de, assim, diminuir o tempo médio de internação e aumentar a capacidade de mobilidade do paciente ao longo da recuperação.

- Mais do que o grande número de cirurgias realizadas em tão pouco tempo, é a resolução dos casos. Já operamos pacientes de mais de 100 anos que tiveram alta com boas condições, sem nenhuma complicação – destacou o diretor médico do Hospital São Francisco de Assis, Waldir Leopércio.

Mutirões e bons resultados

Com capacidade para atender casos de média e alta complexidade, o HTODL participou de três mutirões em 2012 e já começou a realizar o primeiro de 2013. Nos fins de semana de 12 e 13, 19 e 20 de janeiro, trinta pacientes que aguardavam na fila de cirurgia de joelho foram operados. Ansioso por passar por uma cirurgia para corrigir os ligamentos do joelho esquerdo, Reginaldo Couto Barbosa, de 37 anos, elogiou a qualidade do atendimento no Dona Lindu.

O hospital é de primeiro mundo e estou muito satisfeito com os médicos. Não dá nenhum medo de fazer a cirurgia. Quero melhorar logo e voltar a jogar bola nos fins de semana – afirmou o morador de Rio Claro.

O coordenador de ortopedia da Secretaria estadual de Saúde, Francisco Matheus, fala sobre esse sucesso:

- A capacitação e o comprometimento dos ortopedistas, aliado à organização do fluxo de distribuição dos materiais para as cirurgias nas unidades, são grandes diferenciais e que contribuíram mais uma vez para superação do número de cirurgias ortopédicas - disse Matheus.

Ainda no primeiro trimestre de 2013, o estado vai ganhar ainda o reforço do Hospital Estadual Ulysses Guimarães, em Angra dos Reis, que será referência na região em cirurgias ortopédicas, ajudando a zerar a fila de cirurgias de joelho.

fonte governo - rj

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