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30 de set de 2015

Cães são treinados para atuar nas Olimpiadas

 

Com as proximidades das Olimpíadas, o Batalhão de Ações com Cães (BAC) tem intensificado os treinamentos em sua sede em Olaria, na Zona Norte do Rio. Diariamente, seis cães estão sendo preparados para atuar na busca de explosivos durante o evento internacional, que acontecerá em agosto de 2016. Entre os animais selecionados por critérios como raça e idade, três descendem do labrador Boss, famoso por sua eficiência na atuação em diversas incursões em comunidades do Rio de Janeiro.
 
Entre os herdeiros de Boss, estão Chefe e Cléo, que apresentam o mesmo potencial de liderança do pai.  Atualmente com um ano e meio de idade, os cães foram direcionados para o treinamento com foco na busca de explosivos logo que nasceram.
 
 
Além de Chefe e Cléo, a pastor belga de malinois Aba também está preparada para atuar nas Olimpíadas. A fêmea já participou de varreduras de treinamento junto com os outros dois companheiros.
 
 
Há ainda mais três cães em fase inicial de treinamento. São eles: a pastor belga de malinois, chamado Nala, o pastor holandês Eco e a labrador Delta, que também descende de Boss.
 
 
Todo o conhecimento adquirido pelo BAC se estabeleceu por meio de intercâmbios com unidades especializadas dos Estados Unidos, França, entre outros países, bem como a partir da expertise de policiais experientes do próprio batalhão.

Busca por novos parceiros
 
O BAC busca parceiros para realizar treinamentos de varredura de explosivos com os seis cães selecionados. A ideia é levar os animais para locais como estádios, hotéis e embaixadas para que se familiarizem com os espaços onde irão atuar durante os Jogos de 2016.
 
Queremos gerar parcerias com estádios, hotéis e embaixadas para que estes animais possam realizar o reconhecimento destes locais e buscar com mais intensidade o explosivo em um possível acionamento real. No caso da busca por armas e drogas, há uma atuação mais prática e regular nas comunidades do Rio. Já no faro de explosivos, dependemos do acesso a esses locais para realizarmos um serviço com a mesma excelência do faro de drogas”, afirmou o primeiro-tenente do Batalhão de Ações com Cães, Daniel Puga.
 
O BAC está em processo de busca pela certificação internacional dos animais que atuam no batalhão.
 
Gov-RJ

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