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26 de jun de 2016

Obras restauram o Palácio Laranjeiras





O Palácio Laranjeiras com mais de 100 anos com a beleza da mistura dos estilos clássicos franceses com os do início do século XX, o Palácio Laranjeiras passa, desde 2012, pelo mais abrangente restauro desde que foi comprado pela União, em 1947. Com o fim das intervenções, previsto para agosto, o espaço será aberto à visitação pública. 

O restauro do Palácio Laranjeiras está sendo custeado com recursos da Petrobras e outras empresas por meio das leis de incentivo fiscal do ICMS e da Lei Rouanet, do Programa Nacional de Apoio à Cultura, do Ministério da Cultura.
 
As empresas aportaram mais de R$ 39 milhões nas obras.

Projetado pelo arquiteto Armando Carlos da Silva Telles e construído entre 1909 e 1913 para abrigar a família de Eduardo Guinle, o palacete teve o seu primeiro grande restauro comandado pela primeira-dama do estado Zoé Chagas Freitas, entre 1979 e 1982. Agora, além da recuperação das fachadas e áreas interna e externa, toda a infraestrutura está sendo modernizada com a substituição da cobertura, instalação de novo sistema de ar-condicionado central, novas redes elétrica, de telefonia, de internet e de segurança predial, entre outros serviços.
Visita guiada
Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), em 1979, e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1983, o restauro visa manter a identidade, os aspectos característicos da época de sua construção e a autenticidade do imóvel. 

Além da Petrobras, outras 12 empresas custearam as obras de restauro do Palácio Laranjeiras: Ambev, Bradesco, Bradesco Seguros, Cedae, CSN Energia, Gás Natural Fenosa / CEG Rio, Eletrobras Furnas, Light, MRS Logística, Instituto CCR, EDF Norte Fluminense e Vale.


Gov-RJ

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